A Odisseia - Podcasts sobre Cultura Pop
Eu cresci na igreja católica, mas sempre achei estranho o fato de não gostar da maioria dos longas religiosos. Tanto aqueles que passavam repetidamente na televisão aberta nos feriados cristãos, quanto aqueles indicados nos grupos de jovens ou nas missas.
Admito que as mensagens são lindíssimas, porém boa parte disso vem acompanhado por um uso consideravelmente pobre da linguagem cinematográfica. Será que eu sou a única pessoa que sente isso quando assiste Deus Não está Morto, A Cabana ou outros longas desse tipo?
Isso sem contar com as perguntas que podem surgir quando você gosta de filmes que, assim como O Código da Vinci ou A Última Tentação de Cristo, são "condenados" pelos líderes da igreja.
Defendida dentro de certos aspectos pelo Papa Francisco, a relação entre cinema e religião faz parte da sétima arte desde os seus primórdios. No entanto, com o tempo, os grandes épicos bíblicos da década de 50 perderam força e foram substituídos por longas de baixo orçamento produzidos com o único objetivo de divulgar passagens religiosas.
De forma paralela, os filmes de terror sempre usaram a dicotomia entre céu e inferno, bem ou mal, como ponto de partida para a criação de clássicos. Esse é o caso de O Exorcista, O Bebê de Rosemary e afins.
Para conversar sobre tudo isso, convidamos nosso redator Ronald Aquino. Ele também cresceu na igreja católica e teve contato com vários filmes comentados durante o podcast no seminário.
Logo, se você quer saber mais essa relação polêmica entre a sétima arte e a religião, não perca tempo: fique em casa (se puder, é claro), aperte o play e participe dessa conversa incrível.
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