Futuro da Saúde
Um dos grandes desafios do setor de saúde é alinhar os interesses de hospitais e operadoras. Enquanto estas buscam beneficiários mais saudáveis, que utilizem menos os serviços hospitalares, a receita dos hospitais depende do tratamento das doenças. Para reduzir essa fricção, uma das soluções está no controle da jornada do paciente, oferecendo indicadores que aproximem pagadores e prestadores — algo viabilizado por redes hospitalares integradas. Essa é a proposta apresentada por Lício Cintra, CEO da Rede Américas, no novo episódio do Futuro Talks.
Segundo o executivo, a formação de uma rede hospitalar oferece uma vantagem: a escala. Ela amplia o poder de negociação com operadoras e, ao mesmo tempo, possibilita a construção de uma base ampla de dados sobre pacientes. Essa experiência vem sendo colocada em prática na Rede Américas, formada pela fusão entre Amil e Dasa, que reúne 27 hospitais, dezenas de unidades oncológicas e consultórios.
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Futuro Talks tem o apoio do Grupo Fleury e da Roche.
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