TIC, Educação e Web
Onde se apresenta uma estrutura de governação para a IA Agente, definida como sistemas capazes de planear e executar tarefas de forma autónoma. O guia detalha os componentes centrais destas tecnologias, como o raciocínio, o uso de ferramentas e a memória, contrastando-as com modelos de IA generativa tradicionais. Para mitigar perigos como ações erróneas ou falhas de segurança, o texto propõe quatro pilares fundamentais: a avaliação prévia de riscos, a garantia de responsabilidade humana, o controlo técnico rigoroso e a educação dos utilizadores finais. Destaca-se a necessidade de estabelecer limites de autoridade e identidades digitais únicas para os agentes, assegurando a rastreabilidade em fluxos de trabalho complexos. Em suma, o modelo visa equilibrar o potencial transformador da autonomia destas máquinas com a manutenção de uma supervisão humana significativa e eficaz.