Dia Nacional do Combate ao Bullying alerta para Violência nas Escolas.
Hoje, Dia Nacional do Combate ao Bullying e à Violência nas Escolas, uma triste realidade é constatada. A Violência escolar tem aumentado nos últimos 10 anos no Brasil graças à escassez de políticas voltadas para a melhoria da convivência dentro desses espaços e à precarização da estrutura de unidades de ensino.
O bullying, também conhecido por intimidação sistemática , é um problema social que reflete comportamentos e valores enraizados na sociedade. O ato é composto por atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetitivos, com o objetivo de intimidar ou agredir alguém.
A psicóloga Luisa Holanda, quem tem graduação e mestrado pela UFC, em Psicologia com foco em Educação Socioambiental, entende que para combater o bullyng e a violência na escola é preciso considerar os atores dentro da situação em que ocorre o procedimento e entender quem está envolvido.
As causas do bullyng podem estar ligadas ao ambiente familiar, à cultura da escola e até à influência das mídias. A falta de empatia e o desrespeito às diferenças muitas vezes incentivam a intimidação entre colegas.
Para a psicóloga Luiza Holanda, que também integra o Liv- Laboratório Inteligência de Vida, é preciso incentivar formas de comunicação não violenta ,através de políticas claras dentro dos estabelecimento de ensino , sempre tendo como princípio a conscientização.
De acordo com as pesquisas, “a desvalorização da atividade docente no imaginário coletivo, a relativização de discursos de ódio e o despreparo de secretarias de educação para lidar com conflitos derivados de situações de racismo e misoginia são hipóteses que podem ajudar a explicar a prática do bullyng , que provocou ao menos 47 vítimas fatais desde 2001”.
Confira a reportagem de Márcia Vieira :
O bullying, também conhecido por intimidação sistemática , é um problema social que reflete comportamentos e valores enraizados na sociedade. O ato é composto por atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetitivos, com o objetivo de intimidar ou agredir alguém.
A psicóloga Luisa Holanda, quem tem graduação e mestrado pela UFC, em Psicologia com foco em Educação Socioambiental, entende que para combater o bullyng e a violência na escola é preciso considerar os atores dentro da situação em que ocorre o procedimento e entender quem está envolvido.
As causas do bullyng podem estar ligadas ao ambiente familiar, à cultura da escola e até à influência das mídias. A falta de empatia e o desrespeito às diferenças muitas vezes incentivam a intimidação entre colegas.
Para a psicóloga Luiza Holanda, que também integra o Liv- Laboratório Inteligência de Vida, é preciso incentivar formas de comunicação não violenta ,através de políticas claras dentro dos estabelecimento de ensino , sempre tendo como princípio a conscientização.
De acordo com as pesquisas, “a desvalorização da atividade docente no imaginário coletivo, a relativização de discursos de ódio e o despreparo de secretarias de educação para lidar com conflitos derivados de situações de racismo e misoginia são hipóteses que podem ajudar a explicar a prática do bullyng , que provocou ao menos 47 vítimas fatais desde 2001”.
Confira a reportagem de Márcia Vieira :
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