Professora da UFC critica desigualdade de gênero na distribuição de bolsas do CNPQ
Trabalho aborda questões de gênero no âmbito da concessão de bolsas de Produtividade em Pesquisa do CNPq, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.
O artigo , elaborado por pesquisadoras da da área de Engenharia Civil foi publicado na última edição dos Anais da Academia Brasileira de Ciências.
O título é ”Critérios para bolsas de Produtividade em Pesquisa no Brasil aplicados à Engenharia Civil: reflexões sobre diferenças de gênero e o contexto atual”.
A professora da UFC, Verônica Castelo Branco, bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq, destaca que existe uma demanda para o pleito da bolsa de Produtividade em Pesquisa bem maior do que a porcentagem de bolsas concedidas.
Para a pesquisadora, os estudos e as políticas definidores dos critérios para concessão de bolsas devem considerar a possibilidade de existência de segregação vertical e horizontal nas carreiras das profissionais e barreiras estruturais que podem estar impedindo as professoras da área de Engenharia Civil de se desenvolverem como pesquisadoras no Brasil.
Também há escassez de suporte, de encorajamento e de políticas que possam incentivar as pesquisadoras a atingir níveis mais altos nas próprias bolsas de produtividade. Além disso, há subjetividade nos critérios de julgamento utilizados nas avaliações..
Saiba mais na reportagem de Fernando Jocelito:
O artigo , elaborado por pesquisadoras da da área de Engenharia Civil foi publicado na última edição dos Anais da Academia Brasileira de Ciências.
O título é ”Critérios para bolsas de Produtividade em Pesquisa no Brasil aplicados à Engenharia Civil: reflexões sobre diferenças de gênero e o contexto atual”.
A professora da UFC, Verônica Castelo Branco, bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq, destaca que existe uma demanda para o pleito da bolsa de Produtividade em Pesquisa bem maior do que a porcentagem de bolsas concedidas.
Para a pesquisadora, os estudos e as políticas definidores dos critérios para concessão de bolsas devem considerar a possibilidade de existência de segregação vertical e horizontal nas carreiras das profissionais e barreiras estruturais que podem estar impedindo as professoras da área de Engenharia Civil de se desenvolverem como pesquisadoras no Brasil.
Também há escassez de suporte, de encorajamento e de políticas que possam incentivar as pesquisadoras a atingir níveis mais altos nas próprias bolsas de produtividade. Além disso, há subjetividade nos critérios de julgamento utilizados nas avaliações..
Saiba mais na reportagem de Fernando Jocelito: