Prontuários afetivos humanizam atendimentos na rede pública de saúde .
Uma ferramenta de apoio à saúde e à reabilitação que visa a humanização dos serviços que levam ao bem estar dos pacientes internados nos hospitais.
Essa é a descrição dos Prontuários afetivos que já estão sendo utilizados pela rede pública estadual de saúde do Ceará. A CCC- Casa de Cuidados do Ceará já usa essa sistemática de atendimento de pacientes há seis meses.
A iniciativa, que tem sido essencial para a proximidade entre equipe e paciente, permite ao profissional lançar um olhar diferenciado a quem está no leito. O prontuário afetivo possibilita que o profissional conheça o interesse dos pacientes para que , a partir daí, valorize não apenas o presente durante a internação, mas também todo o histórico sobre o passado do paciente .
Outras unidades de Saúde como o Hospital Geral de Fortaleza, e o Hospital Doutor Waldemar de Alcântara, também já usam o prontuário afetivo no atendimento de seus pacientes. Em ambas, a ferramenta tem feito com que cada paciente não seja mais apenas mais um número e sim seres humanos com histórias, vivências e trajetórias de vida que são valorizadas durante todo o período de internação.
Confira a reportagem de Márcia Vieira:
Essa é a descrição dos Prontuários afetivos que já estão sendo utilizados pela rede pública estadual de saúde do Ceará. A CCC- Casa de Cuidados do Ceará já usa essa sistemática de atendimento de pacientes há seis meses.
A iniciativa, que tem sido essencial para a proximidade entre equipe e paciente, permite ao profissional lançar um olhar diferenciado a quem está no leito. O prontuário afetivo possibilita que o profissional conheça o interesse dos pacientes para que , a partir daí, valorize não apenas o presente durante a internação, mas também todo o histórico sobre o passado do paciente .
Outras unidades de Saúde como o Hospital Geral de Fortaleza, e o Hospital Doutor Waldemar de Alcântara, também já usam o prontuário afetivo no atendimento de seus pacientes. Em ambas, a ferramenta tem feito com que cada paciente não seja mais apenas mais um número e sim seres humanos com histórias, vivências e trajetórias de vida que são valorizadas durante todo o período de internação.
Confira a reportagem de Márcia Vieira: