Reforma Administrativa prevê tabela única de remuneração para servidores públicos.
A proposta de Reforma Administrativa em discussão na Câmara dos Deputados pode trazer uma mudança profunda na estrutura do serviço público brasileiro: a criação de uma tabela única de remuneração.
Este tema foi o ponto central de um debate realizado no Plenário. A nova tabela unificaria os vencimentos de todos os servidores, desde a base até os chefes dos três Poderes. Atualmente, existem dezenas de tabelas salariais distintas, o que causa grandes distorções salariais, como explicou Roberto Luque, coordenador geral do Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Federal do Ceará.
A proposta prevê um prazo de dez anos para a adaptação. Outros pontos em estudo pelo grupo de trabalho incluem a avaliação de desempenho, bônus por resultado e o combate a privilégios.
No entanto, segundo Roberto Luque, a proposta enfrenta críticas como a falta de diálogo com os servidores e medidas que podem prejudicar o serviço público.
O secretário Francisco Gaetani, do Ministério da Gestão, afirmou que a reforma pode ser implementada por meio de leis ordinárias, o que evitaria maior rigidez na gestão pública. Gaetani também manifestou preocupação com a possibilidade de a reforma gerar encargos financeiros adicionais para estados e municípios.
O grupo de trabalho na Câmara dos Deputados segue analisando as propostas e as mais de 200 contribuições recebidas para formular um projeto de lei.
Confira a reportagem de Fernando Lima:
Este tema foi o ponto central de um debate realizado no Plenário. A nova tabela unificaria os vencimentos de todos os servidores, desde a base até os chefes dos três Poderes. Atualmente, existem dezenas de tabelas salariais distintas, o que causa grandes distorções salariais, como explicou Roberto Luque, coordenador geral do Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Federal do Ceará.
A proposta prevê um prazo de dez anos para a adaptação. Outros pontos em estudo pelo grupo de trabalho incluem a avaliação de desempenho, bônus por resultado e o combate a privilégios.
No entanto, segundo Roberto Luque, a proposta enfrenta críticas como a falta de diálogo com os servidores e medidas que podem prejudicar o serviço público.
O secretário Francisco Gaetani, do Ministério da Gestão, afirmou que a reforma pode ser implementada por meio de leis ordinárias, o que evitaria maior rigidez na gestão pública. Gaetani também manifestou preocupação com a possibilidade de a reforma gerar encargos financeiros adicionais para estados e municípios.
O grupo de trabalho na Câmara dos Deputados segue analisando as propostas e as mais de 200 contribuições recebidas para formular um projeto de lei.
Confira a reportagem de Fernando Lima: