Setembro dourado alerta para câncer infantojuvenil.
O mês de setembro é marcado pela cor dourada, uma mobilização nacional criada para alertar os sinais e sintomas do câncer infantojuvenil, por meio de ações preventivas e educativas.
Esse tipo de câncer é marcado pela proliferação descontrolada de células anormais em crianças e adolescentes, afetando principalmente o sistema sanguíneo e os tecidos de sustentação.
Na sua maioria, o câncer em crianças e adolescentes não tem relação com fatores ambientais e de estilo de vida, como ocorre em adultos, e se comporta de forma diferente, com tendência ao desenvolvimento mais rápido, mas respondendo melhor ao tratamento, com chances de cura que podem chegar a 80 por cento.
A médica oncologista, Ana Emília Prazeres, chama atenção para sintomas que devem servir de alerta para a doença:
No Brasil, são esperados 7 mil 930 novos casos de câncer em crianças a cada ano, de 2023 até 2025, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Nacional de Câncer – INCA.
Como referência no Ceará e em outros estados do Nordeste, a Associação Peter Pan matem o Centro Pediátrico do Câncer que em parceria com o Hospital Infantil Albert Sabin realiza um sério trabalho de conscientização da população e capacitação dos profissionais de saúde sobre o câncer infantil desde 2007.
Nesse contexto, destaca-se o curso de Ensino à Distância, intitulado Salvando Vidas, lançado em 2022 e que aborda os principais sinais e tumores que acometem o público infantojuvenil, condutas que profissionais e familiares devem adotar mediante suspeita da doença.
Quanto mais precoce o câncer infantojuvenil for diagnosticado, os sintomas percebidos e a criança encaminhada para o oncologista, maiores serão as chances de cura, alertam especialistas.
Confira a reportagem de Fátima Leite:
Esse tipo de câncer é marcado pela proliferação descontrolada de células anormais em crianças e adolescentes, afetando principalmente o sistema sanguíneo e os tecidos de sustentação.
Na sua maioria, o câncer em crianças e adolescentes não tem relação com fatores ambientais e de estilo de vida, como ocorre em adultos, e se comporta de forma diferente, com tendência ao desenvolvimento mais rápido, mas respondendo melhor ao tratamento, com chances de cura que podem chegar a 80 por cento.
A médica oncologista, Ana Emília Prazeres, chama atenção para sintomas que devem servir de alerta para a doença:
No Brasil, são esperados 7 mil 930 novos casos de câncer em crianças a cada ano, de 2023 até 2025, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Nacional de Câncer – INCA.
Como referência no Ceará e em outros estados do Nordeste, a Associação Peter Pan matem o Centro Pediátrico do Câncer que em parceria com o Hospital Infantil Albert Sabin realiza um sério trabalho de conscientização da população e capacitação dos profissionais de saúde sobre o câncer infantil desde 2007.
Nesse contexto, destaca-se o curso de Ensino à Distância, intitulado Salvando Vidas, lançado em 2022 e que aborda os principais sinais e tumores que acometem o público infantojuvenil, condutas que profissionais e familiares devem adotar mediante suspeita da doença.
Quanto mais precoce o câncer infantojuvenil for diagnosticado, os sintomas percebidos e a criança encaminhada para o oncologista, maiores serão as chances de cura, alertam especialistas.
Confira a reportagem de Fátima Leite:
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