UFC tem programação alusiva ao Mês do Orgulho LGBTQIAPN+
A partir de hoje, as luzes da reitoria da UFC serão acesas com as cores do arco-eires, em alusão a Júnior, mês do orgulho LGBT QIAPN+, o período destina-se ao debate sobre os direitos da comunidade LGBT QIAPN+, e a luta contra a homofobia. E desde ontem, o curso de psicologia da UFC realiza a segunda semana do orgulho.
A estudante Mirela Studart , uma das organizadoras, avalia a iniciativa da UFC de iluminar com as cores do arco-íris a reitoria: “ É um passo importante para a visibilidade e para o reconhecimento de que corpos LGBT QIAPN mais compõem a UFC. Me passa a mensagem de que a UFC está disposta a fazer um movimento de olhar para a comunidade LGBT. As 12 horas nós vamos ter a oficina sob a pele da história, rastros de existências insurgentes. Nós vamos falar sobre a história de figuras muito importantes para o movimento LGBT, como a Janaina Dutra e a Tina Rodrigues, que são nomes que nós conhecemos, mas que não necessariamente nós sabemos a trajetória daquelas pessoas. Fazer materialidades artísticas a partir disso. Às 16 horas uma oficina de escrita criativa e a gente vai focar na literatura, como a comunidade foi representada ao longo do tempo.”
As oficinas da Semana do Orgulho ocorrem na sala de grupos do departamento de psicologia. Mirela Studet destaca a atividade de amanhã: “A oficina de maquiagem drag chamada Dom Bia Dragges, Bia Queen, em homenagem a uma letra da Lady Gaga, um ícone para a comunidade LGBT. Vamos aprender ainda como uma fórmula. Uma forma de expressão artística a fazer esse tipo de maquiagem, prestando homenagem às drag queens, figuras extremamente importantes dentro da comunidade LGBT. ‘’’
A aluna Mariana Andrade, também organizadora do evento, ressalta o papel da universidade na luta pela garantia de direitos da comunidade LGBT QIAPN+:’’Vem muito entrelaçado com a legitimação da nossa existência, enquanto um corpo dissidente sem que sejamos cessados em nossa traditória acadêmica. Precisa haver um compromisso da UFC com a potência de vida da comunidade LGBT QIAPN+. O debate e a implementação de cotas trans torna-se necessário para isso, mas, sobretudo, a gente precisa fomentar mais políticas que garantam a permanência. “
A semana do orgulho do curso de psicologia da UFC contém também de palestras sem debates, dentre outras atividades.
Confira a reportagem de Fernando Joselito:
A estudante Mirela Studart , uma das organizadoras, avalia a iniciativa da UFC de iluminar com as cores do arco-íris a reitoria: “ É um passo importante para a visibilidade e para o reconhecimento de que corpos LGBT QIAPN mais compõem a UFC. Me passa a mensagem de que a UFC está disposta a fazer um movimento de olhar para a comunidade LGBT. As 12 horas nós vamos ter a oficina sob a pele da história, rastros de existências insurgentes. Nós vamos falar sobre a história de figuras muito importantes para o movimento LGBT, como a Janaina Dutra e a Tina Rodrigues, que são nomes que nós conhecemos, mas que não necessariamente nós sabemos a trajetória daquelas pessoas. Fazer materialidades artísticas a partir disso. Às 16 horas uma oficina de escrita criativa e a gente vai focar na literatura, como a comunidade foi representada ao longo do tempo.”
As oficinas da Semana do Orgulho ocorrem na sala de grupos do departamento de psicologia. Mirela Studet destaca a atividade de amanhã: “A oficina de maquiagem drag chamada Dom Bia Dragges, Bia Queen, em homenagem a uma letra da Lady Gaga, um ícone para a comunidade LGBT. Vamos aprender ainda como uma fórmula. Uma forma de expressão artística a fazer esse tipo de maquiagem, prestando homenagem às drag queens, figuras extremamente importantes dentro da comunidade LGBT. ‘’’
A aluna Mariana Andrade, também organizadora do evento, ressalta o papel da universidade na luta pela garantia de direitos da comunidade LGBT QIAPN+:’’Vem muito entrelaçado com a legitimação da nossa existência, enquanto um corpo dissidente sem que sejamos cessados em nossa traditória acadêmica. Precisa haver um compromisso da UFC com a potência de vida da comunidade LGBT QIAPN+. O debate e a implementação de cotas trans torna-se necessário para isso, mas, sobretudo, a gente precisa fomentar mais políticas que garantam a permanência. “
A semana do orgulho do curso de psicologia da UFC contém também de palestras sem debates, dentre outras atividades.
Confira a reportagem de Fernando Joselito:
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