Futuro da Saúde
O alto custo ainda é uma barreira no acesso a tratamentos inovadores produzidos pela indústria farmacêutica. Neste contexto, o compartilhamento de risco e outros modelos surgem comoalternativas, fornecendo previsibilidade financeira aos pagadores ao vincular os pagamentos à efetividade do tratamento.
A base para ele funcionar está na articulação sólida de parcerias da indústria com entes públicos e, também, privados. Essa é a perspectiva de Sylvester Feddes, presidente da Novartis Brasil, no episódio mais recente de Futuro Talks.
Economista de formação, ele defende que a precificação de medicamentos deve se basear no valor gerado, e não apenas no custo. Embora os novos tratamentos sejam caros, reduzem hospitalizações e melhoram a qualidade de vida, refletindo investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) e os preços praticados globalmente.
Segundo ele, a visão sobre custo e valor está evoluindo, mas as restrições orçamentárias ainda são um desafio. Para ampliar o acesso, a indústria aposta em modelos de pagamento flexíveis e parcerias sustentáveis.
Confira agora o episódio!
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Futuro Talks tem o apoio do Grupo Fleury e da Roche.
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